A Visão

Amar a Terra, Amar a Si Mesmo, Amar Mutuamente

É a nossa visão construir  um centro de estudos e treinamento para o desenvolvimento humano, a permacultura, a criação de paisagens para a retenção de água, o desenvolvimento de parcerias, da competência cooperativa e de uma cultura de paz. Queremos nos tornar uma referência para uma nova forma de viver, que dê respostas às questões de nosso tempo presente, que dê alternativas reais e viáveis. Para isso é necessário criar espaços nos quais se possa experimentar alternativas convergentes com novas tecnologias sustentáveis e possibilidades para a convivência humana e a comunicação. Em quase todos os campos de nossas vidas, estamos tão impregnados de tradições e costumes que urge procurarmos novos caminhos com muita imaginação, amor e confiança.

tl_files/livinggaia/images/content/yin-yang-wallpaper3.jpgQueremos criar neste espaço paisagens comestíveis por meio da permacultura, uma paisagem de retenção de água que possa nos mostrar como a circulação hídrica mundial possa ser curada. Haverá diversas formas possíveis para a recreação e o desenvolvimento pessoal. O espaço em si mesmo permite experiênciar de forma direta e espontânea o que vem a ser Living Gaia, inspirada pelo desenvolvimento da pessoa humana, pela música, dança, arte, rituais e por meio do contato direto com os elementos naturais, os minerais, as plantas e os animais.

Estamos projetando casas individuais para os visitantes e convidados; casas comunitárias, um centro de abastecimento, banheiros secos  e um sistema autossuficiente de geração e abastecimento de energia.

Vislumbramos um palco para as artes, um oásis para a música, um espaço para rituais e muito mais. Haverá um recinto particular para as mulheres e um para os homens. Trata-se de um lugar onde cada pessoa pode viver, se desenvolver, passar um determinado tempo, aprender, compartilhar com seu trabalho e se configurar no conjunto ao lado de outros.

Nossa visão foi fundamentalmente inspirada durante estadias e pelos contatos com pessoas em Tamera, um biótopo de cura em Portugal, no qual grandes partes da visão já são implantadas e vividas. Outras inspirações obtivemos em ZEGG,  centro experimental de convivência em Belzig, no sul de Berlim. São necessários mais espaços em todo o mundo onde se possa oferecer uma experiência desta abordagem em conexão com a vida.